TRAJECTOS

12.10.2008

Ainda mais Goa...

Compras de Natal...

Cheiros...


TAXI! TAXI!

Ilustrativo...

O nosso destino!

Autocarro com tempero...
Descubram aqui a Marta na escursao da Escolinha...

Tradicoes...

Seguranca no trabalho.
Este 'e que tem mesmo de pedir desculpa!

A feira de Carcavelos com uma potencia sonora, higienica e populacional inimaginaveis.





Igreja do Bom Jesus (sapatinhos 'a porta como manda a etica Indu)







Velha goa.


Panjim novamente.

Fruta Boa! 'E fresquinha!



Quem nao tem cao cac,a com gato...

Andaimes fascinantes





Vistas bonitas de Dona Paula

Estendal Indiano

Hora de almoco

Acreditem que 'e preciso dizer que nao se pode cuspir para fora do autocarro; Ja iamos levando com algumas... surpresas!

Os gritos para as pessoas entrarem sao constantes... e os apitos estridentes tambem.

Nao conseguimos fotografar muitas casas de estilo colonial porque fomos ve-las de noite... ainda assim posso adiantar que sao lindas. Muito mais bonitas do que este edificio que ate parece ja ter influencia inglesa.

Parece mesmo uma cidade portuguesa...

Pequeno almoco

Espacos estranhos.

De dia - Igreja da Nossa Senhora da Imaculada Conceicao
By night - Church of Our Lady of the Imaculate Conception

Quase em casa!


Em Goa h'a saudosistas...

Emancipados...

Modernos...

Historiadores...

Adaptados...

Inadaptados...

E religiosos... mas sao em geral muito mais simpaticos!

11.28.2008

O gel na careca


India Fashion 2008 (continuacao - a pousar na praia)

Espetadinho


Franja


Punk


Risco ao lado



Maquina zero

O legado


A sesta


11.25.2008

Ao fim do dia


Sons

Musica e miado

Rezas e canticos (Lina ja te ouviram e comecaram pelos neons...)

Eventos

O trabalho dos pescadores






A Parelha

India Fashion 2008

Risco ao meio





Curto



Esgroviado


Encaracolado


Casual-Gel

11.21.2008

'E mel!

Os favos

A filtragem

A cabana


O fim do dia (as minhas desculpas)














Santo Ant'onio!

Nossa senhora do Carmelo...


Enviar uma encomenda nao 'e facil... sofre-se um bocado!


A dita (mais 10 Kg depois de 15 que j'a devem estar no mar alto)




A deusa ('e a Marta claro)...








Muitas desculpas a quem trabalha... sinto-me tao culpado!


Todos os dias nos apetece fotografar o por do sol. 'E sempre um upgrade do anterior... desculpem a repeticao. A n'os parece-nos sempre novo!


Amor e uma cabana (como diz o Jorge)



O que fazer doente?

Picante


A pescaria

11.12.2008

As nossas sinceras desculpas a quem nao est'a de f'erias

Foram pescar o nosso jantar...


Promont'orio da Lua





O atum que nos tirou a fome o dia todo! H'a vinte anos na faina e nunca vimos um atum assim...


Uma primeira vez...


Manel Flinstone





O senhor do Coco


A saida da praia


'Agua morna em mente dura...



"One full chiken" - o abuso


Na nossa Honda


A sair para pescar o almoco de amanha!

11.08.2008

A vista da mesa do jantar

A comida tambem era deliciosa...

Goa - Vindos do inferno, chegamos ao Paraiso

Os Indianos sao muito bons a fotografar... os enquadramentos 'e que sao sempre problematicos!

A perspectiva da Marta

Poesia pura e bem estar c'enico


As rias ao fim da tarde apetecem sempre fotografar outra vez...

A minha visao do Paraiso

Goa - The end of the world is wonderful


Como o Costa nos bons velhos tempos da minha meninice!


O nosso toldo...


Assim falamos!





A ponte sobre a ria tal como na ria formosa.


A mota que alugamos - encher o deposito = 3 euros!

O caminho do quarto para a praia

Ainda nao tinha chapeu e a Marta estava endiabrada a fotografar.

O fresco so se sente enquanto se sai da agua

O primeiro banho

A praia junto ao nosso quarto

A maior viagem de comboio


Para nao julgarem que as vacas em Bombaim se tornam mais pequenas ou menos frequentes...

Mais uma farm'acia organizada 'a indiana... Nao conseguimos resistir.

Bombaim - O por do sol numa praia de areia dura no meio da megalopolis.

O pequeno almoco volante indiano... estranhamente ingualzinho ao almoco e ao jantar.

O Walter e a Manuela sao dois Austriacos muito simpaticos e viajantes profissionais.

O que nos valia era o ins'olito que nao temia em manifestar-se

Esta paisagem passou 'a frente da nossa cama durante 3 dias e 2 noites...

A minha avozinha querida

Nao percebo como 'e que uma pessoa tao enraizada como eu que so precisa de estudio cheio para trabalhar, amigos e familia se mete nestas alhadas de viagens na India e estudar em Inglaterra...
Aquilo me mais me custa nestas situacoes 'e a falta que sinto das pessoas. Estou sempre a imaginar que um dia venho a estes sitios com com os meus pais, os meus avos, a minha irma... e por a'i fora... sim porque a coisa nao tem piada se ainda estivermos a sentir saudades. Aquilo que mais queria enquanto ando nestes furacoes de confusao era poder parar e estar umas horas 'a conversa com os meus av'os na sala. 'E sempre um momento l'ucido, quente, esclarecedor, doce e terno...
Como o meu avo ja teve direito a um texto enquanto estava pelas terras de sua majistade agora 'e altura de contar alguns pormenores do que a minha av'o 'e para mim. Seria impossivel propor-me a contar mais do que uns pozinhos do que a matriarca e pilar da familia Viana 'e para este neto por ela tamb'em criado... mas aqui fica de qualquer maneira:
A minha av'o 'e uma mulher linda, inteligente e contemporanea cujo sonho era ter uma familia cheia de amor a partir do momento em que conheceu o meu avo. Escusado ser'a dizer que conseguiu atingi-lo e mostrar esse caminho a todos os seus filhos. Ela poderia ter sido medica com toda a facilidade, mas tambem podia ter sido pol'itica (de um tipo que nao aparece), artista, cientista... tudo o que se pode pensar ela tinha em potencial. Em vez de usar o seu tempo para uma carreira resolveu partilha-lo com todos n'os que tivemos o previl'egio de ter nao s'o as nossas consciencias abertas para todas as realidades que a apaixonavam mas tamb'em e principalmente sentir um amor profundo, inesgotavel e absoluto em todos os momentos que a procuramos.
A minha avozinha querida (como ela adora que eu a trate) nao s'o lutou contra ditadura ao lado de comunistas, como procurou, encontrou, implementou e cultivou tudo o que a religiao pode ter de melhor. Nao adianta aqui referir a dimensao tradicional da minha avo porque o retrato 'e insuficiente. Ainda assim em todos momentos ela conseguiu trazer 'as nossas vidas tudo o que ha de delicioso como os bolos e cozinhados, as camisolas de la para o inverno, as toalhas de croch'e, a cultura crista profunda (mais do que capaz de questionar, ver o que serve o amor e o que nao passa de uma construcao do homem - como ela sempre me disse).
Mas tamb'em nao adianta sequer comecar a referir como ela 'e revolucionaria, como esteve profundamente activa antes e depois do 25 de Abril, como mudou a vida de toda a gente que lhe bateu 'a porta: de mendigos, a filhos de amigos, colegas de escola dos filhos, hippies, drogados, netos, filhos e marido... todos e cada um tinha o seu coracao por inteiro, o seu efeito anti-depressivo imediato, a sua ternura das palavras e dos actos. A conclusao 'e simples a minha av'o salvou o mundo dela. Seja ele a sociedade com que contactava, ou filhos e netos que passavam fases mais complicadas.

Mas falando de coisas mais especificas para nao ficar assim tudo no ar:

Os filhos nos loucos anos 60 entraram num estilo de vida diferente. Naturalmente os concertos, as festas, os namoros, etc... as hist'orias comecam todas num quarto de brincar adaptado para salao de festas. Sucederam-se as festas da flor, o jimi hendrix, o rock progressivo etc... Nada disto lhe fez confusao. Antes pelo contrario, acompanhou a par e passo a juventude e manteve-se jovem com eles. Quando nasci a minha avo era muito mais jovem do que qualquer uma das professoras de escola que conheci. Alerta para tudo e compreendendo profundamente todas as transformacoes que a vida sofreu durante o seculo XX a Carmo Viana estava pronta para o s'eculo XXI uma ou duas decadas antes de ele chegar. Nunca a censura parou um livro de entrar la em casa. Nunca uma conversa teve qualquer tipo de limites: nem sexo, nem drogas, nem politica, nem religiao... o amor pode muito.
H'a alguns episodios que definem a forca da minha av'o: o que ela ainda hoje pensa sobre o unico estalo que deu a um filho depois do meu tio Paulo ter "fugido" de casa 'e no minimo excepcional. Esse estalo foi dado com tanto amor (isto para mim 'e a verdade absoluta) que aquele filho estava automaticamente salvo por mais umas decadas.
Outra coisa que nao pode passar em claro 'e que a minha av'o estudou com todos os filhos e netos que la ficaram em casa 'a tarde. As explicacoes de frances safaram-me sempre o suficiente para ter 5. A matematica era o jogo que jogavamos de vez em quando. Os bejicos (bolos que so ela sabe fazer) acompanhavam a conversa e o ch'a com hist'orias magicas de 'africa, auroras buriais na parede, raios c'osmicos verdes e vermelhos... era tao vasto que podiamos estar numa de geologia e numa de curtir as formacoes rochosas da praia, como podiamos ler o apocalipse ou o genesis para perceber o que s'o poderia ser metaforico e o que tinha uma mensagem mais profunda.
So para terminar nao posso deixar de vos contar que a bisneta Ines e os netos mais novos Manel e Vera continuam a receber a forca inesgotavel desta mulher tao maravilhosa que a minha habilidade de escrita nao chega para retratar. Esta bisneta h'a uns meses estavam tao confiante da juventude da sua bisav'o que resolveu desafia-la para saltar a p'e cochinho de pedra em pedra na sua escola at'e ao portao onde o carro as esperava com o meu avo. Claro que super Carmo Viana nao poderia nunca recusar mais uma chamada 'a vida e a partir desse momento demonstrou-me que na sua oitava d'ecada de vida continua pronta para todos os desafios. Continuam a actualiza-la e ela a orientar o surgimento das suas consciencias cr'iticas face aos morangos com acucar e a dar-lhes tudo o que ha de sagrado na vida dos homens e dos deuses: AMOR e a determinacao de fazer todos falizes 'a sua volta.

Uma viagem de extremos

Depois de mais uns dias em Varanasi durante os quais tiramos mais algumas boas fotografias resolvemos rumar para sul. Conseguimos livrar-nos do Lala que era um cola que nos levava de vespa a todo o lado.
Apanhamos o comboio uma manha e no dia seguinte 'a tarde ja estavamos em Bombaim. Nesta cidade monstra vimos o por-do-sol na praia, jantamos muito bem e abastecemo-nos para o resto da viagem de comboio.
Resumindo, depois de 45 horas de comboio la chegamos 'a estacao que queriamos em Goa. Saimos do comboio em andamento porque ja estava a arrancar e marta atirou-se para cima de uma das mochilas que trazia para se proteger... e conseguiu sair ilesa da experiencia (s'o com um arranhao na palma esquerda).
Depois de tudo resolvido e ferida desinfectada com betadine, olhamos 'a volta e percebemos que tinhamos chegado a um "pais" civilizado apenas ligeiramente mais descuidado do que o habitual. Enfiamo-nos numa camioneta para a praia mais a norte de goa porque o plano 'e irmos andando sempre para sul. Depois de mais uma hora de p'e na camioneta la chegamos ao destino. Ainda tivemos forcas para arranjar um quarto barato, ir 'a praia (a 'agua mais quente em que j'a entrei), ir jantar com uns amigos que encontramos (do tushita) e comprar uma colcha para a nossa cama. Ontem foi mais um dia de praia delicioso, com toldo feito de folhas de palmeira entrelacadas e practicamente deserta. Muito menos gente do que em fabrica no Algarve...uma densidade parecida com a praia em frente a cacela a velha.
Alugamos uma scooter e estamos a divertir-nos como ainda nao tinhamos feito nesta viagem. Finalmente pordemos relaxar (pensamos n'os)!
Afinal ontem soubemos que o meu primo Filipe que era suposto encontrar-se connosco amanha (e que estava ca em lua de mel) apanhou Dengue e esteve em perigo de vida. O nosso relaxamento ser'a portanto relativo. As melhoras para ele que ja deve estar de volta a Portugal!

11.07.2008

Extras de Varanasi

O pegajoso Lala, a Marta e eu na vespa


Pujas intensas... Pujas sao celebracoes religiosas, uma especie de rezas publicas.

11.02.2008

As sedas de Varanasi

A comprar sedas...

Mecanismo do tear

Marta resolve por a maos 'a obra e pede emprego...

Como se d'a cor 'a seda

Como se tece a seda...

Timidez para a fotografia

Passar a ferro com carvao...

Passeio de barco no Ganges




A barca em terra.

A banhoca!

O estendal

Palmolive!

Baba - homem santo

A ver televisao no Ganges... A novela?

A lixeira sagrada.



O templo tombado dentro de agua...

Purificacao?


Crematorio

Antes do nascer do sol

As velas

O nosso barqueiro e o miudoque nos vendeu as velas

A viagem para Varanasi

A limpeza


Presencas

Indian Fast Food

Seria isto um tel'egrafo?

Autocolantes no guardachuva


10.29.2008

Necessario e insuficiente




Ganga (AKA Ganges)


A origem do ritual


A mem'oria e a saudade levam ao eternizar destes gestos...

A fila

Conclusao: nao ha bilhetes ate 21 de Novembro!!!

INDIA 2008

Acho que 'e importante escrever um pouco daquilo que tenho pensado sobre a India...
As imagens nao ilustram nada daquilo que 'e mais forte e importante nesta viagem.
Nao estou a falar de espiritualidade, nem religiao nem nada de positivo. Aquilo a que as pessoas normalmente chamam "ex'otico" 'e na verdade uma esquizofrenia colectiva... no minimo.

O barulho 'e insuportavel. Toda a gente buzina com a estrada vazia 'a frente e rebentam foguetes e bombas dia noite para festejar o Diwali (festival religioso mais importante).

Mais grave do que o barulho que 'e insurdecedor sao a poluicao e os cheiros: nao sabia que o meu nariz me podia fazer sofrer tanto como aqui.
Depois de 15 dias doente por causa da poeirada (e a antibi'otico - como alguns se lembram) apanhamos escapes em cima da cara (sem catalizador) a toda a hora, acompanhados de cheiros a esgoto constante, fogueiras de lixo e incensos repelentes de pessoas.

Mas nao ficamos por aqui, pior ainda que o cheiro, 'e a ausencia total de limpeza e higiene em todo o lado: quartos de hotel, restaurantes, ruas, pessoas, animais... tudo parece estar forrado de uma camada de bosta de vaca e foligem de cremacoes e outros restos animais e humanos muito bem homogeneizados.

Muito pior que os deserranjos gastro-intestinais mais do que certos, 'e a total ausencia de respeito pelo outro e pelo seu espaco.
As pessoas sao verdadeiramente uma desilusao: a sua maior ambicao e profundidade religiosa (ou filosofica) 'e ser como um ocidental (capitalista, rico, limpo, culto, etc..).
Os condutores de Tuk tuk (rikshaw a motor) sao piores que carracas e acreditem que estou a ser simpatico.
Os empregados de restaurante sao antipaticos, inconvenientes e inconpetentes (nao percebem os pedidos sequer apontando no menu, e demoram eternidade para alem de protestarem e refilarem quando o erro 'e deles).
A unica coisa que querem na vida e de n'os 'e dinheiro. Sao mais materialistas do que os consumistas que conheco. Pedem e enganam por da ca aquela palha... S'o roubam surrateiramente porque nao tem energia nem coragem para assumir aquilo que sao.

Apesar de tudo isto h'a coisas que me animam!!! Deixem c'a ver...


Hummmm...


Ah! Sim claro: nao estar doente, nao ter diarreira, nao me terem atropelado, nem me terem cuspido para cima... Um dia sem pisar uma bosta de vaca 'e uma bencao.

O c'umulo do que ha de mau na india sao os pedintes. Andam atr'as das pessoas e exigem atencao, tentam enganar os estupidos e partem do principio que todos o sao. Nao 'e possivel distinguir um guru de um pedinte: vestem-se ambos de trapos nojentos e banham-se certamente em aguas f'etidas.

Mesmo o simples an'onimo numa fila sem ordem, para comprar um bilhete, pode parar a olhar-nos para a cara a nao mais de 30 centimetros, imovel e absorto. Depois de manisfestarmos o nosso desagrado de todas as maneiras possiveis... exceptuando bater-lhe, ele continua!!! Foi preciso outro indiano dizer-lhe que nao estavamos a achar piada... Tirando um pau ou uma pedra a linguagem gestual parece totalmente ineficaz.

Tenho medo de criar preconceitos e luto para nao deixar de ter alguma compaixao por esta sociedade que representa tudo o que menos gosto no mundo e no homem: hierarquias irracionais, loucura, maldade, injustica, nao cumprimento das regras mais basicas e porcaria... muita porcaria a todos os niveis.

Esta 'e a minha muito sincera opiniao deste subcontinente que dizem vir a tornar-se numa superpotencia... veremos de que tipo! Pacificos? Tolerantes? Venham c'a e digam de vossa justica. Se conseguirem sentir-se bem durante 3 meses tiro-vos o chapeu.

10.27.2008

Bricks in India

Hom

Esta 'e a reza que temos de fazer antes de cada refeicao no ashram do Yoga Niketan.

Ashram Yoga Niketan

Este 'e o nosso Jardim em cima do Ganges mesmo juntinho 'a porta do quarto.


Este foi e ser'a o nosso almoco e jantar nos proximos dias.

Os edifios 'a direita sao o edificio onde temos o nosso quarto e o templo hindu do nosso Ashram.

A aula...


A vista...

Grinder in Rishikesh

Uma escultura cin'etica digna das melhores galerias.

10.26.2008

Rishikesh





Outra farm'acia



Quem come quem?



Praias...





Recuando no tempo...


Hamburgers... de estrume??


A horta sobre rodas!








Fresh cockies!








Este... senhor... esta 'a porta de um restaurante supostamente para atrair clientes...! O restaurante estava vazio.. Porque seria?!


Modelos do seculo XX!


A viagem para Rishikesh


O autocarro avaria e termina a sua viagem... tivemos de entrar noutro passado uma hora para chegar a tempo do nosso comboio! Reparem bem no macaco...

O volante revelava-se ameacador...

O vizinho do lado tinha uns p'es memoraveis.

10.20.2008

O pequeno almoco


Para nao pensarem que passamos mal... Com um orcamento de 14 euros por dia come-se muito bem, dorme-se sempre em sitios decentes e viaja-se deitadinho numa cama... Ah sim ainda da para fazer compras! Por isso arranjem tempo e tratem do bilhete com muito tempo de antecedencia.
Ah a vista deste sitio era muito boa e luz enviezada justifica-se com o facto de nos continuarmos a levantar 'as 7... uma hora mais tarde do que a rotina do mosteiro budista.

The Triund Climb (2850 m)

O objectivo



Partimos 'as 7 dos 1600 metros.


O Simon e a Natasha levaram-nos l'a. Sao boa gente. Ele 'e ingles e ela Neozelandeza.


Olhar para baixo.


Ja mais perto.


'As 9 da manha.


O refugio do pastor.





Mais companheiros de viagem...


Subindo...





Ja de rastos 'as 10:30. Tenho de treinar muito para voltar a pertencer aos DUROS!!!
Z'e isto para ti eram feijoes contados. Para o ano ja sabes o que 'e que tens de planear para o verao...


Chegamos!


Chegamos 'as 10:45 depois de muitas paragens nas chai shops que encontramos pelo caminho.
Este 'e um green com uma vista brutal.


No comments...


Igual a ir de aviao...


Tentador dormir ali (SE NAO CHOVER NEM NEVAR!!)


O Homem do Campo (AKA Zaratusta sempre a abominar)





Heidi e o namorado.


Carrom board - O jogo que tentava jogar na sala dos av'os quando era pequenino. Acho que em portugues se chama carambola (e parece-me que tenho um dom porque ganhei a verdadeiros campeoes).





Snowline: mais uma hora de Caminho, fica para a pr'oxima quando voltarmos com o Z'e e quem mais se quiser juntar a n'os.


Sabe mesmo bem comer depois de tanto andar.

Uma loja 'a antiga


Fez-me mesmo recuar uns 100 anos...


As rodas tibetanas

O jantar de curso, quebrar o silencio

Depois de 10 dias com saudades